Fitossanidade de precisão

Ciência para decisões mais inteligentes no campo.

A SmartFito nasceu de especialistas em fitossanidade para promover o manejo eficiente e personalizado de doenças de plantas — baseado em pesquisas customizadas de sensibilidade para garantir uma recomendação estratégica.

Especialistas em fitopatologia · pesquisa em parceria com a UFPR

Curva dose–resposta · EC50

Quanto produto é preciso para controlar o fungo?

50% S M R % de crescimento do patógeno concentração do produto
Sensível Moderado Resistente

Cada curva é um isolado de fungo. O EC50 é a dose que reduz o crescimento à metade: quanto mais à esquerda, menos produto é preciso para controlar (mais sensível); mais à direita, resistente.

O problema

A resistência avança quando o manejo é cego

Aplicações empíricas e calendários fixos selecionam populações fúngicas resistentes, reduzem a eficiência dos produtos e encurtam a vida útil das moléculas. Sem dados locais de sensibilidade, a escolha do fungicida é suposição.

Como a resistência é selecionada

População inicialmaioria sensível
SR
Após aplicações repetidassensíveis eliminados
SR
Gerações seguintesresistência prática
R
S = Sensível R = Resistente

O mesmo modo de ação, repetido, elimina os sensíveis e seleciona os resistentes.

A abordagem

Recomendação pela realidade biológica de cada área

Transformamos amostras do campo em recomendação prática — dados coletados e analisados sem viés comercial: o comprometimento é com a precisão do resultado.

Manejo generalista
Base da recomendaçãoTentativa, erro e histórico regional
Uso de insumosFixo, calendário padrão
Custo / eficiênciaAlto risco de desperdício e falha
SmartFito
Base da recomendaçãoSensibilidade comprovada de cada patógeno e área
Uso de insumosDinâmico, guiado por EC50 e mutações
Custo / eficiênciaPrecisão e otimização do investimento

Soluções

Análises laboratoriais e consultoria técnica

01

Sensibilidade a fungicidas

Curvas EC50 e dose discriminatória para identificar quais produtos efetivamente controlam a população fúngica da área.

02

Diagnóstico fitopatológico

Identificação de gênero e espécie do patógeno por métodos moleculares (PCR, qPCR, sequenciamento) e morfológicos.

03

Mutações de resistência

Detecção de mutações genéticas associadas à resistência, orientando o ajuste do programa de manejo.

04

Eficácia de produtos

Testes de eficácia de produtos químicos e biológicos sobre os isolados-alvo do sistema produtivo.

05

Compatibilidade químico–biológico

Ensaios de interação entre defensivos químicos e agentes biológicos para manejo integrado seguro.

06

Controle biológico

Desenvolvimento e avaliação de agentes de controle biológico aplicados à realidade de cada cultura.

07

Consultoria técnica

Interpretação dos resultados e recomendações específicas para propriedade, cultura e região.

08

Capacitação

Cursos e treinamentos para equipes técnicas, com foco em manejo racional e antirresistência.

Processo

Do campo ao laudo interpretado

Coleta estratégica

Orientação técnica ou coleta direta de material no campo.

Triagem e isolamento

Isolamento do patógeno com rigor microbiológico.

Testes de sensibilidade

Exposição aos fungicidas e biológicos do sistema produtivo.

Análise molecular

Identificação de mutações associadas à resistência, quando necessário.

Compatibilidade

Ensaios de interação químico–biológico para manejo integrado.

→ Laudo interpretativo Resultado técnico traduzido em decisão: produtos com maior probabilidade de sucesso e estratégias a evitar, na linguagem da fazenda.

O laudo

Sensibilidade classificada, produto a produto

Cada ingrediente ativo é classificado por EC50 e grupo químico, indicando o que aplicar e o que evitar.

Perfil de sensibilidade a fungicidas Exemplo ilustrativo
Ingrediente ativo Grupo químico EC50 (µg/mL) Classificação
DifenoconazolTriazol (DMI)0,12Sensível
Ciprodinil + FludioxonilAnilinopirimidina + Fenilpirrol0,08Sensível
MancozebeDitiocarbamato0,30Sensível
TebuconazolTriazol (DMI)0,95Moderadamente sensível
AzoxistrobinaEstrobilurina (QoI)12,5Resistente

Para quem

Quem decide manejo com base em dados

Produtores rurais

Fruticultura e grandes culturas que precisam reduzir perdas e custo de aplicação.

Consultores e agrônomos

Profissionais que precisam embasar recomendações e validar suspeitas de resistência.

Indústrias de insumos

Fabricantes de químicos e biológicos para validação, eficácia, compatibilidade e P&D.

Cooperativas e viveiros

Estudos populacionais amplos e garantia fitossanitária de material de propagação.

Equipe técnica

Fitopatologia com base científica e de campo

Heloisa Thomazi Kleina

Heloisa Thomazi Kleina

Doutora em Produção Vegetal e pós-doutora em Fitopatologia (UFPR). Engenheira Agrônoma (UTFPR), mais de uma década em fruticultura de clima temperado.

Louise Larissa May De Mio

Louise Larissa May De Mio

Professora titular da UFPR. Doutorado em Fitopatologia (ESALQ/USP) e pós-doutorado na UC Davis (EUA). Mais de 20 anos em grandes culturas e fruticultura.

Henrique da Silva Silveira Duarte

Henrique da Silva Silveira Duarte

Professor da UFPR. Doutorado e pós-doutorado em Fitopatologia (UF Viçosa). Mais de 15 anos em batata, tomate e espécies florestais.

João May De Mio

João May De Mio

Administrador pela FEA/USP, com experiência em marketing e pesquisa de mercado. Gestão administrativa e financeira.

Clientes e parceiros

Trabalho validado no mercado e na universidade

Parceria institucional

UFPR

Clientes e projetos

Corteva
BASF
Fischer
ABPM
Unity Agro
Boutin
Ciclo Agro
EMCO CAL
Clone Viveiros

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